domingo, 29 de abril de 2012

Vida & Fama: Glória Pires


Recentemente foi visto na tv, o que para o muitos foi o marco divisório na carreira dela, Todos já perceberam que eu falo de Mulheres de Areia, não é?
É também lembrada por papéis como Marisa Matos em Dancin' Days, Zuca em Cabocla, Fátima Acioly em Vale Tudo, Nice em Anjo Mau e Norma em Insensato Coração.

Vida
Nascida no Rio de Janeiro, em 23 de Agosto de 1963, é fiilha da produtora e empresária Elza Pires e do ator Antônio Carlos Pires, tem uma irmã chamada Linda Pires. Na década de 1970, namorou o filho de Chico Anysio, Anizinho (Nizo Neto). Já foi casada com o ator e cantor Fábio Jr, pai de sua filha, Cléo Pires, que hoje também é atriz. Atualmente, é casada com o músico Orlando Morais, com quem tem três filhos, Antonia (1992), Ana (2000) e Bento (2005).

Estreou na TV, com apenas 5 anos.
Fama
Em 1993, Na novela Mulheres de Areia.
Estreou na televisão com apenas cinco anos de idade, em 1968, na telenovela A Pequena Órfã, da TV Excelsior. Depois, em 1972, trabalhou ao lado do pai e do humorista Chico Anysio em Chico City, ainda na época da TV em preto e branco. Durante a década de 1970 participou de diversos programas da linha de shows da TV Globo, como Satiricom, Faça Humor, Não Faça Guerra e Chico em Quadrinhos. Participou ainda de mais duas novelas, ambas assinadas por Janete Clair, O Semideus (1973) e Duas Vidas (1976). Fez o seu primeiro papel marcante na história das telenovelas em Dancin' Days (1978), de Gilberto Braga, interpretando a mimada Marisa de Sousa Mattos, criada pela tia, a socialite Yolanda Pratini (Joana Fomm). Seu ótimo desempenho na trama, rendeu-lhe o papel de protagonista da novela Cabocla (1979), de Benedito Ruy Barbosa. Na década de 1980 integrou o elenco de diversas produções, entre elas: Água Viva e Louco Amor, de Gilberto Braga, As Três Marias, de Wilson Rocha, Partido Alto, de Aguinaldo Silva e Glória Perez, Direito de Amar, de Walther Negrão, e da minissérie O Tempo e o Vento, de Doc Comparato, com a colaboração de Regina Braga. Importante ressaltar que, a atriz queria tanto interpretar a personagem Ana Terra que pediu ao diretor Daniel Filho para desempenhar o papel. Outra contribuição importante na TV foi em Vale Tudo, que é considerada por muitos como a melhor novela das 21h do país, por mostrar o Brasil de forma tão realista. Na trama, destacou-se como a terrível vilã Maria de Fátima e levou o título também da filha mais ingrata da televisão. Na década de 1990 acumulou participações em: Mico Preto, de Marcílio Moraes, Leonor Bassères e Euclydes Marinho, O Dono do Mundo, de Gilberto Braga, O Rei do Gado, de Benedito Ruy Barbosa, Anjo Mau, remake de Maria Adelaide Amaral, Suave Veneno, de Aguinaldo Silva, e na minissérie Memorial de Maria Moura, de Jorge Furtado e Carlos Gerbase; durante as gravações da última a atriz chegou a fraturar o cóccix. Memorável a atuação da atriz como às gêmeas Ruth e Raquel, de Mulheres de Areia (1993), que lhe rendeu o prêmio Associação Paulista dos Críticos de Arte (APCA) como melhor atriz do ano de 1993, além do Troféu Imprensa de melhor atriz de 1993. Apesar do apelo sexual das personagens, a atriz negou todos os convites da edição brasileira da revista Playboy para posar nua. Após três anos afastada das novelas, voltou à televisão em 2002, em Desejos de Mulher, de Euclydes Marinho, retomando parcerias antigas como a atriz Regina Duarte e o diretor Dênis Carvalho, com quem trabalhara em Vale Tudo. Em 2005 protagonizou Belíssima, de Silvio de Abreu, e em 2007 esteve mais uma vez numa trama do autor Gilberto Braga, Paraíso Tropical. Nesse mesmo ano, recebeu o Prêmio Mário Lago, na homenagem dos Melhores do Ano, do programa Domingão do Faustão, da Rede Globo de Televisão. Em toda sua carreira atuou somente em uma peça, no teatro, um espetáculo infantil. No cinema, estreou em 1981, no filme Índia, a Filha do Sol, de Fábio Barreto. Participou também de Memórias do Cárcere (1984), de Nelson Pereira dos Santos, Besame Mucho (1987), de Francisco Ramalho, e Jorge, um Brasileiro (1988), de Paulo Thiago. Em 1995 atuou em O Quatrilho, de Fábio Barreto. Por seu desempenho, recebeu três prêmios: dos Festivais de Havana e de Viña del Mar e da APCA. Em 1999 fez uma participação no filme Pequeno Dicionário Amoroso, de Sandra Werneck. Dois anos depois, integrou o elenco de A Partilha, de Daniel Filho, e em 2006, ao lado de Tony Ramos, e novamente dirigida por Daniel Filho, esteve na comédia romântica Se Eu Fosse Você, um dos maiores sucessos de bilheteria do cinema brasileiro dos últimos anos. A partir de 2008 decidiu dedicar-se ainda mais à família e junto com Antônia, Ana e Bento, além do marido, o músico Orlando Morais, foi morar em Paris. Também em 2008 filmou a continuação de Se Eu Fosse Você (Se Eu Fosse Você 2), e atuou no longa É Proibido Fumar, de Anna Muylaert. No inicio de 2009 atuou nas filmagens do longa metragem sobre a vida do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em 2011 voltou às novelas em Insensato Coração, de Gilberto Braga e Ricardo Linhares como Norma, uma técnica de enfermagem que deseja se vingar de um homem que roubou os dólares de seu patrão, pelo motivo de ter ficado anos na cadeia por um crime que não cometeu.

Nota: A partir do fim de 2012, poderá ser vista na TV, no remake de Guerra Dos Sexos, interpretando a titia Roberta Leone.

Esse foi mais um Vida & Fama com @CarolinaLeone;
Próxima semana teremos Reynaldo Gianecchini. Beijos e até lá.

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